As 3 vezes que a Alibaba “prometeu” e nada aconteceu

Correios

Vamos lembrar as vezes em que surgiu uma notícia que envolvia os Correios e a gingante chinesa, Alibaba, aproveitando o rumor de uma possível compra dos Correios

Com as mudança do governo e finalmente a notícia de privatização da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos, mas conhecida como Correios.

Correios

E empresas estrangeiras acostumadas com uma logística enorme, atendendo vários países mostraram interesse em adquiri-la, segundo informação do jornal O Dia.

Na notícia traga pelo O Dia, diz que Amazon e a Alibaba, demonstraram interesse em comprar parte da empresa brasileira, se privatizada.

Não precisa se esforçar muito mentalmente para saber os grandes benefícios que isso traria para os consumidores e principalmente para as empresas privadas, já que aumentaria muito suas vendas e reduziria o tempo de entrega no Brasil.

Mas nesse artigo, eu serei um pouco chato e irei relembrar as outras duas vezes em que tivemos grandes promessas e não deu em nada!

Correios e os Armazéns em Miami e Hong Kong

Em 2014 uma notícia circulava e era muito comentada por youtubers sobre moda e blogs, inclusive eu.

Que era os armazéns dos Correios em Miami e Hong Kong, para facilitar justamente as importações e conseguindo o controle justamente das taxas alfandegárias, desafogando os centro de distribuição de Curitiba.

Bom, é importante lembrar que até 2014, a economia do Brasil, ainda estava pujante, entretanto já começava a dar sinais de recaída, mas o setor de serviços ainda estava em alta, por tanto o comércio, inclusive internacional estava de “vento em popa”.

Mas tudo ficou na promessa quando descoberto um rombo enorme na empresa estatal, que não tinha nem mais dinheiro para pagar seus funcionários, tão pouco montar armazéns no exterior.

Correios e Alibaba facilitando o comércio

Em 17 de Julho de 2014, aconteceu uma cerimônia em Brasília entre o, na época, presidente da empresa Correios com o diretor da Alibaba.

Correios e Alibaba Group querem facilitar comércio entre Brasil e China
Michael Lee/Alibaba Group e a direita, Wagner Pinheiro

Nessa cerimônia contava com a presença dos presidentes Xi Jinping e a Dilma Roussef, que assinaram um tratado entre os dois países envolvendo as duas empresas.

A ideia na época, era facilitar os microempreendedores que queriam trazer produtos chineses para o mercado brasileiro, incentivando o comercio local.

Isso é algo que a gente pode até considerar que deu certo, já que qualquer pessoa que more num próximo a um centro comercial, verá uma imensidade de produtos chineses, porém, vendido por chineses.

A própria Saara, polo comercial no centro do Rio de Janeiro, já tem uma grande parte de suas lojas com chineses como dono.

E camelos comprando nessas lojas e revendendo em transportes públicos, barraquinhas e ruas por aí.

Escritório da Alibaba em São Paulo

Já essa notícia é de Julho de 2015, quando o representante da AliExpress da America-Latina falou sobre uma possibilidade da empresa ter um escritório aqui.

Essa possibilidade traria grandes benefícios para seus consumidores, tendo inclusive a possibilidade de comprar usando cartões nacionais, que já é aceito, aceitar parcelamentos e quem sabe, um armazém no Brasil.

Além disso, teria um serviço de atendimento ao cliente muito melhor.

Porém, o que vimos desde 2016 foi um afastamento da empresa do público brasileiro.

Por exemplo, antes a empresa destinava funcionários para responder críticas no site Reclame Aqui, porém, hoje a empresa não responde a mais ninguém!

O Brasil estava entre os 4 países que mais consumiam no Ali, hoje perdemos essa posição e as atenções da empresa.

Afinal, o acordo com a Alibaba vai sair ou não?

Como puderam ver, sempre no meio do ano, principalmente no mês de julho, de cada ano desde 2014, sai uma notícia dessas.

Geralmente prometendo alguma tipo de acordo ou facilitação entre a grande empresa de e-commecer com a empresa de logística brasileira.

Só que nesse ano temos uma novidade, a inclusão da Amazon.

E dessa vez com a mudança de governo, o assunto torna-se a privatização da empresa brasileira, e agora não mais uma parceria, mas a aquisição dos Correios.

Eu espero que aconteça mesmo, ao invés de mais uma notícia que não deu em nada. E surgindo no próximo ano outro rumor entre junho e julho com o mesmo tema!

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